RESERVA
TOURIGA NACIONAL
TINTO VQPRD 2010
Denominação
Castas
Álcool
Numero de Garrafas

As uvas foram colhidas em caixas de 22 kg da parcela de Touriga Nacional mais bem localizada na Quinta, depois tiveram desengace total, esmagamento e fermentação em lagares de granito com pisa a pé para melhor expressão da tipicidade da casta, nomeadamente ao nível aromático e estrutural.
A fermentação maloláctica ocorreu nas barricas de carvalho francês semi-novas e uma pequena percentagem de carvalho americano onde o vinho esteve depois um ano em estágio, a que se seguiu novo estágio em depósitos de inox por mais um inverno, privilegiando apenas a estabilização natural. Segue-se posterior engarrafamento com envelhecimento em cave durante um período mínimo de 1 ano
Como até ao engarrafamento teve apenas estabilização natural e uma ligeira filtração de modo a manter todo o seu potencial, poderá apresentar algum depósito durante o envelhecimento em garrafa.
A fermentação maloláctica ocorreu nas barricas de carvalho francês semi-novas e uma pequena percentagem de carvalho americano onde o vinho esteve depois um ano em estágio, a que se seguiu novo estágio em depósitos de inox por mais um inverno, privilegiando apenas a estabilização natural. Segue-se posterior engarrafamento com envelhecimento em cave durante um período mínimo de 1 ano
Como até ao engarrafamento teve apenas estabilização natural e uma ligeira filtração de modo a manter todo o seu potencial, poderá apresentar algum depósito durante o envelhecimento em garrafa.
Resultou um vinho estruturado, com volume e uma fruta delicada bem típica da casta. Predominam as notas de compota de fruta vermelha e toques doces, ao que ajudou o estágio em madeira nova, que concentrou o vinho ficando assim mais volumoso e redondo. Final persistente onde ressalta a complexidade de aromas, a mineralidade e frescura.
A consumir desde já ou se existirem boas condições de guarda pode manter-se longos anos.
Foi engarrafado apenas em Setembro de 2011, um ano depois de vinificado, resistindo à pulsão do mercado pelo consumo dos vinhos brancos demasiado jovens o que lhe confere características únicas de acidez, volume e fruta capazes de ombrear com muitos tintos na degustação de carnes e pratos mais densos e temperados. É um Branco único feito a pensar em dias frios.
Como até ao engarrafamento teve apenas estabilização natural e uma ligeira filtração de modo a manter todo o seu potencial, poderá apresentar algum depósito durante o envelhecimento em garrafa.
Consumir a uma temperatura de 10 a 12ºC, em copos grandes e se possível com ligeira decantação.
Foi engarrafado apenas em Setembro de 2011, um ano depois de vinificado, resistindo à pulsão do mercado pelo consumo dos vinhos brancos demasiado jovens o que lhe confere características únicas de acidez, volume e fruta capazes de ombrear com muitos tintos na degustação de carnes e pratos mais densos e temperados. É um Branco único feito a pensar em dias frios.
Como até ao engarrafamento teve apenas estabilização natural e uma ligeira filtração de modo a manter todo o seu potencial, poderá apresentar algum depósito durante o envelhecimento em garrafa.
Consumir a uma temperatura de 10 a 12ºC, em copos grandes e se possível com ligeira decantação.
